QUESTÕES DE GÊNERO NA APRENDIZAGEM AO LONGO DA VIDA
Nossa intenção é problematizar o discurso de gênero que opera concomitantemente o discurso neoliberal de Aprendizagem ao Longo da Vida - UNESCO em políticas globais e locais, neste caso no Brasil. Para isto verificamos este discurso por meio de análise documental na Lei de Diretrizes e Base da Educa...
| Autores: | , |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2020 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade do Estado da Bahia (UNEB) |
| Repositorio: | Plurais (Salvador. Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs.revistas.uneb.br:article/8885 |
| Acceso en línea: | https://revistas.uneb.br/index.php/plurais/article/view/8885 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Gênero Aprendizagem ao Longo da Vida Performatividade |
| Sumario: | Nossa intenção é problematizar o discurso de gênero que opera concomitantemente o discurso neoliberal de Aprendizagem ao Longo da Vida - UNESCO em políticas globais e locais, neste caso no Brasil. Para isto verificamos este discurso por meio de análise documental na Lei de Diretrizes e Base da Educação Nacional (1996), Declaração de Incheon (2015a), Relatório de Monitoramento Global de Educação Para Todos (2015b) e Base Nacional Comum Curricular (2017). A discussão e resultados apresentam essas políticas em concordância com uma lógica empreendedora que finda por reiterar binarismos e heterossexismos. Concluímos que políticas globais entendidas, sobretudo, pelos fluxos da performatividade competitiva de Stephen Ball podem exibir estruturas da performatividade de gênero de Judith Butler. |
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