"Crise da masculinidade": retóricas da ofensiva antigênero e o antifeminismo de Estado

Análise do discurso da “crise da masculinidade” e as maneiras como ele tem se sustentado por explicações amparadas em argumentos como a “feminização da sociedade” e a escassez de sólidos modelos masculinos. As questões centrais do trabalho partem dos referenciais teóricos dos estudos de gênero, com...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Cardoso, Frederico Assis, Amorim, Marina Alves, Sulz, Juliana Albuquerque, -, https://orcid.org/0000-0002-3893-8200, Universidade Federal de Minas Gerais, Fundação João Pinheiro
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2023
País:Brasil
Institución:Fundação João Pinheiro (FJP)
Repositorio:Repositório Institucional da Fundação João Pinheiro
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.fjp.mg.gov.br:123456789/4196
Acceso en línea:http://repositorio.fjp.mg.gov.br/handle/123456789/4196
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Estudos de gênero
Crise da masculinidade
Ofensiva antigênero;
Antifeminismo de Estado
Gender studies
Crisis of masculinity
Anti-gender offensive
State antifeminism
Descripción
Sumario:Análise do discurso da “crise da masculinidade” e as maneiras como ele tem se sustentado por explicações amparadas em argumentos como a “feminização da sociedade” e a escassez de sólidos modelos masculinos. As questões centrais do trabalho partem dos referenciais teóricos dos estudos de gênero, com destaque para os estudos sobre masculinidades, e a teorização geral do feminismo. Para tanto, faz uso de conceitos como gênero, masculinidades, feminismos e antifeminismo de Estado. O principal objetivo foi buscar compreender o fenômeno da retórica da ofensiva antigênero no cenário político brasileiro atual. A estrutura do texto foi construída na forma de uma ênfase teórico-analítica orientada por uma abordagem, tanto intersubjetiva, como macrossociológica, dos fenômenos sociais investigados. O argumento central é o de que é preciso resistir aos (e superar os) agrupamentos conservadoristas responsáveis pelas constantes tentativas de efetivação do antifeminismo de Estado.