Comparação de í­ndices morfológicos e cardiovasculares entre praticantes do treinamento de força, treinamento aeróbio e treinamento concorrente

Doenças não transmissí­veis são respostas de um estilo de vida sem hábitos saudáveis, destacando-se inatividade fí­sica que está entre os fatores de risco para doenças e mortes no mundo. Ainda há controvérsias quanto ao melhor e mais eficiente método de treinamento, seja ele treinamento aeróbio (TA)...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Pianezzer, Luana, Rodrigues, Patrick
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2020
País:Brasil
Institución:Instituto Brasileiro de Ensino e Pesquisa em Fisiologia do Exercício (IBPEFEX)
Repositorio:Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.www.rbpfex.com.br:article/1841
Acceso en línea:https://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/1841
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Body composition
Strength training
Aerobic training
Concurrent training
VO2max
Composición corporal
Entrenamiento de fuerza
Entrenamiento aeróbico
Entrenamiento concurrente
VO2máx
Composizione corporea
Allenamento della forza
Allenamento aerobico
Composição corporal
Treinamento de força
Treinamento aeróbio
Treinamento concorrente
VO2máximo
Descripción
Sumario:Doenças não transmissí­veis são respostas de um estilo de vida sem hábitos saudáveis, destacando-se inatividade fí­sica que está entre os fatores de risco para doenças e mortes no mundo. Ainda há controvérsias quanto ao melhor e mais eficiente método de treinamento, seja ele treinamento aeróbio (TA), força (TF) ou concorrente (TF+AE). O estudo teve como objetivo analisar se há diferenças nos í­ndices morfológicos e cardiovasculares entre praticantes do treinamento de força, aeróbio e concorrente. A amostra deste estudo foi composta por 27 homens saudáveis (31,5 ± 13 anos) divididos em 4 grupos: grupo AE (n: 6); TF (n: 6); TF+AE (n: 10); e grupo controle (CON) (n: 5). Para os í­ndices morfológicos foram realizadas coletas de circunferência abdominal, relação cintura quadril, í­ndice de massa corporal e percentual de gordura. Para índices cardiovasculares foram coletados dados de VO2 máx, FC pós exercí­cio, e PA de repouso. Os grupos de treinamento apresentaram dados menores de %G e circunferência abdominal comparados com grupo CON. O grupo AE apresentou melhores í­ndices de RCQ e IMC comparado com CON e melhores í­ndices de VO2máx e FCpós que todos os grupos. O grupo TF+AE apresentou valores menores de PAD comparado com grupo CON, e apresentou melhores valores de VO2máx e FCpós comparado com os grupos TF e CON. Todos os grupos de treinamento foram eficazes para diminuição de í­ndices morfológicos e cardiovasculares. Porém, parece que o AE e o TF+AE são mais recomendados para o controle e prevenção de doenças que estão associadas com o aumento destes í­ndices.