Uma vida fronteiriça, entre viver e performar: estudo de caso da performer Sucia Infecciosa Inmunda

A performance artística é um ato, ou melhor, uma ação que quase sempre respeita um programa performativo pré-concebido que pensa a duração, local e execução. Contudo, diversos performers extrapolaram o que se entende por programa e vivenciaram ações performativas de longa duração. Mas, e quando a pe...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Santos, Cristiane de Almeida
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2023
País:Brasil
Institución:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:GIS - Gesto, Imagem e Som - Revista de Antropologia
Idioma:inglés
portugués
OAI Identifier:oai:revistas.usp.br:article/203166
Acceso en línea:https://www.revistas.usp.br/gis/article/view/203166
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Performance
Genre
Transsexuality
Artivism
Gênero
Transexualidade
Artivismo
Descripción
Sumario:A performance artística é um ato, ou melhor, uma ação que quase sempre respeita um programa performativo pré-concebido que pensa a duração, local e execução. Contudo, diversos performers extrapolaram o que se entende por programa e vivenciaram ações performativas de longa duração. Mas, e quando a performance e vida se misturam, o que sobra? Como podemos identificar o que é vida e o que é performance? Nesse sentido, existem aqueles que experienciam estar na fronteira entre viver e performar, nesse caso, a fronteira não se constitui como barreira ou separação e sim local de encontros, trocas, ao qual não se sabe onde termina um espaço e começa o outro, é fronteira como entrelugar de fluição da vida. Este artigo trata de Sucia Infecciosa Inmunda, uma mulher trans, performer “monstrificada” pela sociedade e que decide performar a “monstrificação” como forma de (r)existir.