A relevância do traço "gênero semântico" na realização do objeto nulo em português brasileiro
Desde, pelo menos, o século XIX, o uso do clítico acusativo de terceira pessoa (o, a) em português brasileiro cedeu espaço para duas estratégias: (a) o uso do pronome tônico ele, ela ou (b) o uso do chamado objeto direto nulo. Partindo da hipótese básica de Creus e Menuzzi ( 2004) sobre o traço semâ...
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| Format: | article |
| Status: | Published version |
| Publication Date: | 2016 |
| Country: | Brasil |
| Institution: | Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) |
| Repository: | Repositório Institucional da UFRGS |
| Language: | Portuguese |
| OAI Identifier: | oai:www.lume.ufrgs.br:10183/163471 |
| Online Access: | http://hdl.handle.net/10183/163471 |
| Access Level: | Open access |
| Keyword: | Língua portuguesa Objeto direto nulo Linguística Direct object Apaphor Null object |
| Summary: | Desde, pelo menos, o século XIX, o uso do clítico acusativo de terceira pessoa (o, a) em português brasileiro cedeu espaço para duas estratégias: (a) o uso do pronome tônico ele, ela ou (b) o uso do chamado objeto direto nulo. Partindo da hipótese básica de Creus e Menuzzi ( 2004) sobre o traço semântico do referente ter papel central para o condicionamento da retomada anafórica com pronome ou com objeto nulo, defendemos a ideia de que existe uma estratégia não marcada e outra marcada em se tratando dare tomada anafórica para objetos diretos em 3• pessoa. Através de reanálises de testes pro postos por Creus e Menuzzi e aplicações de novos testes, procuramos mostrar que a es tratégia marcada é a utilização de um pronome e a estratégia não marcada, o uso de cate goria vazia na posição de objeto, sendo o traço semântico do referente a ser retomado relevante para cada opção. |
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