The construction of the Americanophile literary network of D. Pedro II from his process documents
Este artigo objetiva analisar um conjunto de documentos autógrafos produzidos pelo segundo e último imperador do Brasil, D. Pedro II (1825-1891), que denota o interesse e a íntima relação do estadista brasileiro com a intelectualidade e cultura norte-americana a partir da década de 1850. O dossiê ge...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2023 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Manuscrítica (Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:revistas.usp.br:article/200840 |
| Acceso en línea: | https://revistas.usp.br/manuscritica/article/view/200840 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | D. Pedro II Americanophilia Translation Genetic dossier Americanofilia Dossiê genético Tradução |
| Sumario: | Este artigo objetiva analisar um conjunto de documentos autógrafos produzidos pelo segundo e último imperador do Brasil, D. Pedro II (1825-1891), que denota o interesse e a íntima relação do estadista brasileiro com a intelectualidade e cultura norte-americana a partir da década de 1850. O dossiê genético, composto por cartas, extratos de diários e manuscritos autógrafos, permite vislumbrar uma cadeia de influências recebidas e transmitidas entre a corte brasileira e a república norte-americana, fruto das interações sociais estabelecidas por D. Pedro II com a elite cultural estrangeira. A produção literária do monarca, materializada em exercícios de tradução, constitui um ponto relevante nessa dinâmica das relações e primeiras trocas intelectuais de D. Pedro II, pois possibilitou o acesso a autores de grande prestígio e circulação no meio literário americano, nesse caso, os poetas Henry Wadsworth Longfellow e John Greenleaf Whittier. Sob a ótica de uma leitura genética, essas traduções dão indícios do continuum criativo e dos instantes discursivos do vir a ser texto, sendo também instrumentos primeiros de compartilhamento de gostos estéticos, de padrões de referência e da própria noção de tradução do imperador entre os membros da corte. |
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