Pensamento crítico e criativo no ensino de probabilidade nos anos iniciais do ensino fundamental

Objetiva-se trazer uma discussão acerca dos desafios e possibilidades que perpassam o desenvolvimento dos pensamentos crítico e criativo quando se trabalha probabilidade nos anos iniciais do ensino fundamental. Com uma abordagem qualitativa, analisou-se, por meio da análise de conteúdo, o livro didá...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Carvalho, Alexandre Tolentino de, Gontijo, Cleyton Hércules, Fonseca, Mateus Gianni
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2023
País:Brasil
Institución:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Educação e Pesquisa
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:revistas.usp.br:article/211969
Acceso en línea:https://www.revistas.usp.br/ep/article/view/211969
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Pensamento probabilístico
Pensamento crítico
Pensamento criativo
BNCC
Pensamentos crítico e criativo em matemática
Probabilistic thinking
Critical thinking
Creative thinking
Brazil’s National Common Curricular Base
Critical and creative thinking in mathematics
Descripción
Sumario:Objetiva-se trazer uma discussão acerca dos desafios e possibilidades que perpassam o desenvolvimento dos pensamentos crítico e criativo quando se trabalha probabilidade nos anos iniciais do ensino fundamental. Com uma abordagem qualitativa, analisou-se, por meio da análise de conteúdo, o livro didático e os protocolos produzidos pelos alunos ao realizarem as atividades propostas e discutirem-nas durante momentos de interação em aulas remotas. Buscou-se compreender como o livro didático tratou o ensino de probabilidade, observando em que nível se adequou à BNCC quanto à abordagem metodológica (possibilitando a atividade heurística do aluno e emersão de seus conhecimentos prévios) e quanto à potencialidade de desenvolvimento do pensamento crítico e criativo. Analisou-se, também, as soluções dos alunos às atividades propostas, com vistas a averiguar indícios de possibilidades de desenvolvimento dessas formas de pensamento. Os resultados indicam como desafios romper com práticas de ensino que apresentem conceitos sem recorrer à atividade heurística e conhecimentos prévios dos alunos, priorizar que experienciem colocar em atividade o pensamento probabilístico e permitir que deixem emergir criatividade e criticidade. Por outro lado, emergiram possibilidades no que diz respeito ao como articular as diretrizes defendidas na BNCC, na medida em que, ao realizarem a sequência didática proposta, nota-se que os alunos tiveram a oportunidade de desenvolver conhecimentos probabilísticos e exercitar os pensamentos crítico e criativo. Conclui-se que os documentos oficiais e pesquisas têm se esforçado para implementar melhorias na educação, porém, os professores precisam se apropriar dessas mudanças em suas atividades de sala de aula.