[pt] A MAIOR DOR DO MUNDO: ATO E LUTO NA EXPERIÊNCIA DE EXTREMO
[pt] Existem perdas que levam a uma queda do mundo conhecido junto a uma experiência do extremo para o sujeito, em que aquilo que o organizava na vida também se perde. Algumas perdas ocasionam a vivência de um luto impossível, uma perda irreparável junto a uma realidade que se desfaz. Assumiremos qu...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis doctoral |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2025 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RIO) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da PUC-RIO (Projeto Maxwell) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:MAXWELL.puc-rio.br:70167 |
| Acceso en línea: | https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=70167&idi=1 https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=70167&idi=2 http://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.70167 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | [pt] LITERATURA [pt] RITO [pt] MORTE [pt] ATO [pt] PERDA [pt] LUTO [en] LITERATURE [en] RITE [en] DEATH [en] ACT [en] LOSS [en] MOURNING |
| Sumario: | [pt] Existem perdas que levam a uma queda do mundo conhecido junto a uma experiência do extremo para o sujeito, em que aquilo que o organizava na vida também se perde. Algumas perdas ocasionam a vivência de um luto impossível, uma perda irreparável junto a uma realidade que se desfaz. Assumiremos que estamos, neste caso, diante de uma perda vivida como privação, a perda real de um objeto simbólico. Entendemos que, às vezes, é necessário algo a mais, uma descontinuidade, uma ruptura para que seja possível a inauguração de novos caminhos para o que se fazer com a dor. Neste trabalho, definimos este algo a mais como ato, seguindo a teorização lacaniana. Ainda que levemos em consideração a diversidade dos trabalhos de luto, pensaremos o luto não apenas como sinônimo de trabalho, mas também como ato, apoiados nesta hipótese de Jean Allouch. Desta forma, este trabalho propõe uma articulação entre as noções de ato e luto impossível, marcados pela ruptura. Nossas hipóteses são desdobradas por meio de vinhetas clínicas e fragmentos literários, que enfatizam a relevância clínica do tema, sem desconsiderar outros caminhos. Como a teoria psicanalítica nos aponta, as soluções no campo do luto são múltiplas e singulares. Aqui, nos concentramos em uma solução que não se configura como encerramento, mas que aponta para um ato de inauguração a partir da descontinuidade, um novo dizer de uma existência. |
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