Colecionismo, colonialismo e museus: ensaio sobre duas exposições
O presente ensaio é uma reflexão sobre duas exposições: a exposição “Kanak, l’art est une parole”, em exibição no Musée Quai Branly entre 15 de outubro de 2013 e o 26 de janeiro de 2014, e a exposição “With the World in the backpack”, em exibição permanente no Museum of Ethnography de Estocolmo. O e...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Fecha de publicación: | 2015 |
| País: | España |
| Institución: | Universidad Complutense de Madrid (UCM) |
| Repositorio: | Docta Complutense |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:docta.ucm.es:20.500.14352/128587 |
| Acceso en línea: | https://hdl.handle.net/20.500.14352/128587 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | 39+572 museus exposições coleções etnográficas colonialismo Antropología (Sociología) 51 Antropología |
| Sumario: | O presente ensaio é uma reflexão sobre duas exposições: a exposição “Kanak, l’art est une parole”, em exibição no Musée Quai Branly entre 15 de outubro de 2013 e o 26 de janeiro de 2014, e a exposição “With the World in the backpack”, em exibição permanente no Museum of Ethnography de Estocolmo. O eixo em torno do qual desenvolvo a minha reflexão é a ideia de que ambas incorporam nas suas narrativas expográficas as relações através das quais os objetos exibidos foram coletados para ser incluídos em coleções científicas e museus. De certo modo, as duas exposições condensam, paradoxalmente, a marca colonial do passado e os esforços de descolonização que definem os paradigmas através dos quais os museus olham para o futuro. |
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