Etnografia como antídoto: entrevista com Philippe Erikson

Desde meados da década de 1980, Philippe Erikson deu um impulso decisivo ao estudo dos povos de língua pano, notadamente a partir de seus trabalhos de pesquisa entre os Matis, no Vale do Javari, e os Chacobo, na Bolívia, localizados próximos à fronteira brasileira. Professor na Université Paris-Oues...

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Detalhes bibliográficos
Autores: Pérez Gil, Laura, Coffaci de Lima, Edilene, Carid Naveira, Miguel, Córdoba, Lorena, Villar, Diego
Formato: artículo
Fecha de publicación:2011
País:España
Recursos:Universidad Complutense de Madrid (UCM)
Repositorio:Docta Complutense
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:docta.ucm.es:20.500.14352/128591
Acesso em linha:https://hdl.handle.net/20.500.14352/128591
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:39+572
Philippe Erikson
Matis
Chacobo
Etnografia
Antropología (Sociología)
51 Antropología
Descrição
Resumo:Desde meados da década de 1980, Philippe Erikson deu um impulso decisivo ao estudo dos povos de língua pano, notadamente a partir de seus trabalhos de pesquisa entre os Matis, no Vale do Javari, e os Chacobo, na Bolívia, localizados próximos à fronteira brasileira. Professor na Université Paris-Ouest Nanterre (outrora Paris X) e pesquisador do EREA (Equipe de Recherche en Ethnologie Amérindienne), Philippe Erikson tem não apenas recepcionado diversos pesquisadores brasileiros em Paris, mas, sobretudo, incrementado a interlocução entre etnólogos dos dois lados do Atlântico, marca de sua delicadeza e generosidade. Nesta entrevista, realizada há três anos, em Buenos Aires, durante a realização da VIII Reunião de Antropologia do Mercosul, Philippe conversou com cinco panólogos sobre sua trajetória acadêmica, sua aproximação da tnologia, sobre sua predileção pela Etnografia, em detrimento das ambições comparativas ou da procura por modelos teóricos que já o acompanharam