"Realistas de uma realidade maior"

A Psicologia Social, apoiada nas epistemes feministas decoloniais e antirracistas e em diálogo com a teoria da bolsa de ficção proposta pela escritora de Ficção científica Ursula Le Guin, convida a narrativas desprovidas do heroísmo humano, desarraigando-nos da ideia de autonomia e a uma aposta radi...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Galindo, Dolores|||0000-0003-2071-3967, Lemos, Flávia Cristina Silveira|||0000-0003-4951-4435, Zanata, Fernanda|||0000-0002-9573-5768, Rodrigues, Renata Vilela|||0000-0001-7756-3336, Moura, Morgana|||0000-0001-9891-1301
Tipo de recurso: artículo
Fecha de publicación:2024
País:España
Institución:Universitat Autònoma de Barcelona
Repositorio:Dipòsit Digital de Documents de la UAB
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ddd.uab.cat:299474
Acceso en línea:https://ddd.uab.cat/record/299474
https://dx.doi.org/urn:doi:10.5565/rev/qpsicologia.2001
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Social psychology
Feminisms
Fiction
Imagination
Psicologia social
Feminismos
Ficção
Imaginação
Descripción
Sumario:A Psicologia Social, apoiada nas epistemes feministas decoloniais e antirracistas e em diálogo com a teoria da bolsa de ficção proposta pela escritora de Ficção científica Ursula Le Guin, convida a narrativas desprovidas do heroísmo humano, desarraigando-nos da ideia de autonomia e a uma aposta radical na imaginação. Neste artigo, buscamos contribuir para uma releitura do gesto da coleta na pesquisa em Psicologia Social, desvencilhando-o de um viés positivista e o atrelando a uma imaginação política feminista. Se prestarmos atenção é inequívoco que, enquanto coletamos, sempre nos escapa algo que cai ao solo como semente, adubo, rastro. Coletar é, também, semear, fertilizar.