Fibromialgia e disfunção temporomandibular : uma revisão de escopo
A fibromialgia (FM) é uma síndrome complexa com alterações nociplásticas, caracterizadas por hiperalgesia e alodinia, frequentemente acompanhada pela presença de dor orofacial. Estudos têm demonstrado alta prevalência de disfunção temporomandibular (DTM) em pacientes fibromiálgicos, como fator etiol...
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| Format: | article |
| Status: | Published version |
| Publication Date: | 2023 |
| Country: | Brasil |
| Institution: | Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) |
| Repository: | Repositório Institucional da UFRGS |
| Language: | Portuguese |
| OAI Identifier: | oai:www.lume.ufrgs.br:10183/270722 |
| Online Access: | http://hdl.handle.net/10183/270722 |
| Access Level: | Open access |
| Keyword: | Fibromialgia Preparações farmacêuticas Transtornos da articulação temporomandibular Fibromyalgia Temporomandibular disorders Orofacial pain Nociplastic pain Fibromyalgia treatment |
| Summary: | A fibromialgia (FM) é uma síndrome complexa com alterações nociplásticas, caracterizadas por hiperalgesia e alodinia, frequentemente acompanhada pela presença de dor orofacial. Estudos têm demonstrado alta prevalência de disfunção temporomandibular (DTM) em pacientes fibromiálgicos, como fator etiológico ou agravante. O objetivo desta revisão foi avaliar a ocorrência concomitante da DTM e da síndrome fibromiálgica e o seu tratamento. Tratamentos não-farmacológicos, como psicoterapia e exercícios físicos, melhoram a dor, a qualidade de vida e a saúde mental dos pacientes. Duloxetina e Pregabalina são aprovadas pela ANVISA para o tratamento da FM, aos quais o FDA inclui o milnaciprano. Os principais fármacos utilizados para os sintomas de FM são pregabalina, amitriptilina, antidepressivos duais, tramadol, baixas doses de naltrexona e canabinoides. A associação de fármacos pode ser útil para aumentar a eficácia do tratamento e reduzir as doses dos mesmos. Por outro lado, novas terapias não farmacológicas, como as técnicas modulatórias não-invasivas, surgem como opções promissoras, promovendo alterações neuroplásticas importantes no tratamento. Conclusão: Há diversas opções terapêuticas farmacológicas e não-farmacológicas disponíveis no tratamento do paciente fibromiálgico para o especialista em DTM e Dor Orofacial. Portanto, a combinação de diferentes abordagens pode auxiliar na obtenção de um protocolo individualizado, adequado às necessidades do paciente. |
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