Variáveis fisiológicas e componentes sanguíneos de ovinos nativos mantidos em ambiente controlado.

O objetivo da pesquisa foi determinar o comportamento fisiológico, bioquímico e sanguíneo de ovinos mantidos em conforto e estresse térmico por meio das avaliações fisiológicas, perfis hormonais, bioquímicos, em que os animais foram mantidos em temperaturas de 20, 24, 28, 32 e 36°C em ambiente contr...

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Detalhes bibliográficos
Autor: RODRIGUES, Raimundo Calixto Martins.
Formato: tesis doctoral
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2022
País:Brasil
Recursos:Universidade Católica de Brasília (UCB)
Repositorio:Repositório Institucional da UCB
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:localhost:riufcg/31931
Acesso em linha:http://dspace.sti.ufcg.edu.br:8080/jspui/handle/riufcg/31931
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:conforto térmico
hormônio
ambiência
adaptabilidade
thermal comfort
hormone
ambience
adaptability
confort thermique
ambiance
adaptabilite
confort térmico
hormona
ambiente
adaptabilidad
Engenharia Agrícola
Descrição
Resumo:O objetivo da pesquisa foi determinar o comportamento fisiológico, bioquímico e sanguíneo de ovinos mantidos em conforto e estresse térmico por meio das avaliações fisiológicas, perfis hormonais, bioquímicos, em que os animais foram mantidos em temperaturas de 20, 24, 28, 32 e 36°C em ambiente controlado (câmara climática) e umidade relativa do ar de 60. Foram utilizados seis caprinos machos de cada raça (Santa Inês, Morada Nova, sem padrão racial definido -SRD e Soinga), com idade média de cinco meses e peso médio de 18,5 2,9 ± kg, confinados e recebendo alimento e água ad libitum. O delineamento experimental utilizado foi inteiramente casualizado (DIC), com três raças/grupo genético, quatro temperaturas e seis repetições. Os animais foram expostos a cada temperatura por 15 dias consecutivos, sendo 10 dias de adaptação e 5 dias de coleta de dados. Entre cada tratamento, os animais ficaram ao ar livre (câmara climática aberta) por cinco dias para eliminar o efeito residual. Foram registrados os dados climatológicos, variáveis fisiológicas (movimento respiratório e cardíaco, temperatura retal e superficial), variáveis bioquímicas e hormonais (cortisol, T3 e T4) dos animais. Com estes dados foi possível, por meio de equações matemáticas, realizar a comparação entre as raças, temperaturas e determinar a zona de conforto térmico para os ovinos. Os grupos apresentaram-se semelhantes ao nível de adaptação, mesmo a Morada Nova apresentando baixo valor para temperatura retal e frequência cardíaca, sendo que mudaram bruscamente considerando as temperaturas avaliadas e a partir dos 28°C as variáveis modificam para mais ou menos no intuito de adaptação. Os resultados deste estudo são importantes como referência para análise clínica dos parâmetros hematológicos de ovinos deslanados do Nordeste do Brasil, uma vez que na maioria das vezes, são utilizados como referência dados obtidos de ovinos exóticos de clima temperado com características zootécnicas bem diferenciadas das raças deslanadas.