O geossistema pela complexidade : uma releitura das esferas geográficas
Resumo: A definição e descrição das esferas geográficas é uma das principais características dos estudos dos Geossistemas. Pelas leituras clássicas de V. Sotchava e G. Bertrand as esferas geográficas são descritas a partir das propriedades de homogeneização e diferenciação. Contudo, o contexto da Co...
| Autor: | |
|---|---|
| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2018 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) |
| Repositorio: | Repositório da Produção Científica e Intelectual da Unicamp |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:https://www.repositorio.unicamp.br/:1362821 |
| Acceso en línea: | https://hdl.handle.net/20.500.12733/13509 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Dualismo Transtorno depressivo Dualism Dualismos Organizacional Homogeneidade Relações Internas-Endógenas Artigo original |
| Sumario: | Resumo: A definição e descrição das esferas geográficas é uma das principais características dos estudos dos Geossistemas. Pelas leituras clássicas de V. Sotchava e G. Bertrand as esferas geográficas são descritas a partir das propriedades de homogeneização e diferenciação. Contudo, o contexto da Complexidade vem destacando as propriedades organizacionais dos sistemas da natureza, trazendo novas considerações para a reflexão das dualidades. Diferente da hegemonia das forças 'universais' que dava supremacia a homogeneidade geral sobre a diferença local, a relevância agora é também a de se observar os mecanismos endógenos, que, a partir de interações locais são responsáveis pelas emergências de níveis organizacionais, de totalidades, de autonomias. O objetivo deste artigo foi discutir a descrição das esferas geográficas em diálogo com a perspectiva organizacional da Complexidade. A análise foi feita pelo discernimento das proposições de constituição da perspectiva organizacional e dos argumentos geossistêmicos, destacando aspectos ligados aos dualismos de funcionamento e de delimitação das esferas geográficas. Como resultado, as esferas geográficas tornam-se constituídas a partir de relações internas-endógenas, recebendo influências externas, mas realizadas a nível local, pelas relações das diferenciações espaciais locais. As dinâmicas endógenas tornam-se as principais responsáveis pela constituição e manutenção das homogeneidades espaciais. As unidades mínimas de análise podem considerar o humano e cultural como possíveis referencias para a delimitação das esferas geográficas |
|---|