Tópicos contrastivos com sintagmas cardinais complexos
Este artigo discute uma diferença de significado entre as expressõesaparentemente sinônimas no mínimo n (máximo n) e mais de n-1(menos de n+1). Proponho uma explicação semântico-pragmáticabaseada em princípios gerais que regulam o uso de perguntas erespostas durante o fluxo de uma conversa e na prop...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2012 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) |
| Repositorio: | Revista de Estudos da Linguagem (Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:periodicos.letras.ufmg.br:article/2573 |
| Acceso en línea: | http://www.periodicos.letras.ufmg.br/index.php/relin/article/view/2573 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Cardinais complexos; Tópico contrastivo; Perguntas. |
| Sumario: | Este artigo discute uma diferença de significado entre as expressõesaparentemente sinônimas no mínimo n (máximo n) e mais de n-1(menos de n+1). Proponho uma explicação semântico-pragmáticabaseada em princípios gerais que regulam o uso de perguntas erespostas durante o fluxo de uma conversa e na proposta de Buring(1997, 2003) de que expressões linguísticas possuem, além deum valor semântico ordinário, um valor de foco e um valor detópico. A ideia central é que no mínimo e no máximo trazem doléxico um acento de tópico, o que determina um valor de tópiconão trivial e faz com que seu uso esteja sujeito a condições que ouso de mais de e menos de não estão. |
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