Um sítio, múltiplas interpretações: o caso do chamado “Stonehenge do Amapá”

As pesquisas em um sítio de megalitos no Amapá nos colocaram de frente com a construção de vários discursos sobre os vestígios arqueológicos. A partir da perspectiva interpretativa que perpassa o projeto, a profusão de interpretações surgidas com a visibilidade que o sítio ganhou foi entendida como...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Cabral, Mariana Petry, Saldanha, João Darcy de Moura
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2015
País:Brasil
Institución:Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP)
Repositorio:Revista de Arqueologia Pública
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.periodicos.sbu.unicamp.br:article/8635797
Acceso en línea:https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/rap/article/view/8635797
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Arqueologias híbridas. Interpretação. Vantagem epistemológica. Arqueologia amazônica. Patrimônio arqueológico
Descripción
Sumario:As pesquisas em um sítio de megalitos no Amapá nos colocaram de frente com a construção de vários discursos sobre os vestígios arqueológicos. A partir da perspectiva interpretativa que perpassa o projeto, a profusão de interpretações surgidas com a visibilidade que o sítio ganhou foi entendida como parte importante no processo de construção do próprio discurso científico. Este artigo discute como a abertura a múltiplas interpretações, oriundas de múltiplos autores/atores, contribui para a construção de discursos menos autoritários, logo também para a prática de arqueologias híbridas.