Um sítio, múltiplas interpretações: o caso do chamado "Stonehenge do Amapá"
As pesquisas em um sítio de megalitos no Amapá nos colocaram de frente com a construção de vários discursos sobre os vestígios arqueológicos. A partir da perspectiva interpretativa que perpassa o projeto, a profusão de interpretações surgidas com a visibilidade que o sítio ganhou foi entendida como...
| Autores: | , |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2009 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Sociedade de Arqueologia Brasileira (SAB) |
| Repositorio: | Revista de Arqueologia |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs2.revista.sabnet.org:article/264 |
| Acceso en línea: | https://revista.sabnet.org/ojs/index.php/sab/article/view/264 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Arqueologias híbridas arqueologia amazônica patrimônio arqueológico |
| Sumario: | As pesquisas em um sítio de megalitos no Amapá nos colocaram de frente com a construção de vários discursos sobre os vestígios arqueológicos. A partir da perspectiva interpretativa que perpassa o projeto, a profusão de interpretações surgidas com a visibilidade que o sítio ganhou foi entendida como parte importante no processo de construção do próprio discurso científico. Este artigo discute como a abertura a múltiplas interpretações, oriundasde múltiplos autores/atores, contribui para a construção de discursos menos autoritários, logo também para a prática de arqueologias híbridas. |
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