Política monetária e depósitos compulsórios em uma pequena economia aberta

Este trabalho avalia os efeitos de choques sobre uma pequena economia aberta (PEA) utilizando um modelo dinâmico estocástico de equilíbrio geral (DSGE, em inglês) com fricções financeiras e uma política macroprudencial de exigência de depósitos compulsórios por parte da autoridade monetária. A parti...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Haraguchi, Carlos Alberto Takashi
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2016
País:Brasil
Institución:Universidade Católica de Brasília (UCB)
Repositorio:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UCB
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:bdtd.ucb.br:tede/2078
Acceso en línea:https://bdtd.ucb.br:8443/jspui/handle/tede/2078
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Política monetária
Política macroprudencial
Fricções financeiras
Economia aberta
Taxa de câmbio
Compulsórios
DSGE
ECONOMIA MONETARIA E FISCAL::POLITICA FISCAL DO BRASIL
Descripción
Sumario:Este trabalho avalia os efeitos de choques sobre uma pequena economia aberta (PEA) utilizando um modelo dinâmico estocástico de equilíbrio geral (DSGE, em inglês) com fricções financeiras e uma política macroprudencial de exigência de depósitos compulsórios por parte da autoridade monetária. A partir dessa modelagem, foram analisados o papel do câmbio como canal de propagação de choques e alternativas de regras de Taylor e políticas de compulsórios que a autoridade monetária poderia implementar. As simulações indicaram que o câmbio tem um papel ativo na transmissão de choques de política monetária doméstica, de produtividade e de política monetária externa, mas a intensidade depende do grau de abertura da economia. A escolha entre as medidas de inflação doméstica (PPI) ou ao consumidor (CPI) para a regra de Taylor resultou num desempenho ligeiramente melhor para a PPI no que se refere à estabilidade. Em se tratando da inclusão da taxa real de câmbio na regra, as diferenças foram bem mais significativas indicando que, para atingir uma mesma meta de inflação, o choque necessário na taxa de juros e a consequente queda no produto seriam menores, além de uma convergência ao equilíbrio mais rápida. O custo, porém, foi uma trajetória mais volátil da taxa de inflação. A ausência de exigibilidade de depósitos compulsórios na autoridade monetária se mostrou mais indicada em situações de choques externos por provocar menor oscilação no produto e nos preços domésticos. Uma política de compulsórios, por outro lado, auxiliou a estabilizar o produto após um choque de política monetária interna.