A gravitação das formas: gêneros literários e vida social em Moçambique (1977-1987)
A crítica consagrou formas de observar a prática de gêneros literários no surgimento e desenvolvimento da literatura moçambicana: se, por um lado, tornou-se comum a percepção de que, durante o período colonial, esta literatura se consolida por meio de textos poéticos, por outro lado, tornou-se assen...
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| Tipo de recurso: | tesis doctoral |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2019 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:teses.usp.br:tde-07062019-112225 |
| Acceso en línea: | http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8156/tde-07062019-112225/ |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Literatura e história Literatura moçambicana Literature and history Mozambican literature Mozambican novel Poesia de combate Poesia revolucionária Revolutionary poetry Romance moçambicano Ualalapi Ungulani Ba Ka Khosa |
| Sumario: | A crítica consagrou formas de observar a prática de gêneros literários no surgimento e desenvolvimento da literatura moçambicana: se, por um lado, tornou-se comum a percepção de que, durante o período colonial, esta literatura se consolida por meio de textos poéticos, por outro lado, tornou-se assente que, com a independência do país em 1975, a prosa passa a ser predominante, ao menos após a opção de expedientes romanescos no final da década de 1980. Esta tese se debruça a investigar porque a emancipação política e construção do Estado independente é um catalisador do fenômeno literário e em que medida a prática da poesia e a adoção de expedientes romanescos se relacionam com dinâmicas históricas e sociais que propiciam a emergência das articulações estéticas facultadas por essas opções genéricas. Tal dinâmica pode ser observada por meio da análise e interpretação histórica dos textos literários das coletâneas Poesia de combate (1977, 1979 e 1983) e da obra Ualalapi (1987), de Ungulani Ba Ka Khosa. |
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