De volta ao ritornelo: nómos e música em Deleuze e Guattari

https://doi.org/10.1590/2179-8966/2024/74452 Este ensaio explora o conceito de nómos nas obras de Deleuze e Guattari. Para tanto, revisa a literatura que se ocupou do conceito em duas direções: por um lado, autores que mobilizam Deleuze e Guattari como intérpretes do nómos Ocidental; por outro, Dele...

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Detalles Bibliográficos
Autor: Corrêa, Murilo Duarte Costa
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2024
País:Brasil
Institución:Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ)
Repositorio:Revista Direito e Práxis
Idioma:portugués
inglés
OAI Identifier:oai:ojs.www.e-publicacoes.uerj.br:article/74452
Acceso en línea:https://www.e-publicacoes.uerj.br/revistaceaju/article/view/74452
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Ritornelo
Nómos
Música
Deleuze
Guattari
Ritornelos
Nomos
Music
Descripción
Sumario:https://doi.org/10.1590/2179-8966/2024/74452 Este ensaio explora o conceito de nómos nas obras de Deleuze e Guattari. Para tanto, revisa a literatura que se ocupou do conceito em duas direções: por um lado, autores que mobilizam Deleuze e Guattari como intérpretes do nómos Ocidental; por outro, Deleuze e Guattari como inventores de um conceito próprio de nómos. Ambas as direções, porém, são lacunares quanto a dois campos de problematização que se iluminam reciprocamente: a interpretação do nómos em sentido musical, retomada no platô sobre o ritornelo, e o advento das sociedades de controle, que transformam as moldagens hilemórficas das disciplinas nas modulações contínuas da informação e dos controles. Com o ritornelo, Deleuze e Guattari descobrem o perigo e o potencial de sideração dos limites relativos que circunscrevem o nómos da informação e das sociedades de controle. Mais do que partilhar a terra ou distribuir os seres, o sentido musical do nómos desenvolve o enigma político, ontológico e jurídico de modular materiais incompossíveis e dar consistência a multiplicidades díspares. Palavras-chave: Ritornelo; Nómos; Música; Deleuze; Guattari.