Caminhos para a desmedicalização na educação : imaginar outros mundos possíveis para infâncias no pós-pandemia
Partindo do campo de conhecimento da psicologia social e da educação, este artigo-ensaio tem como eixo central problematizar a proliferação de diagnósticos no campo das infâncias, principalmente o Transtorno Opositor Desafiador (TOD). Defendemos a necessidade de inventarmos outras formas de nos rela...
| Autores: | , |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2023 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFRGS |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:www.lume.ufrgs.br:10183/282148 |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/10183/282148 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Infância Transtorno desafiador opositor Medicalização Pesquisa em psicologia Medicalization Childhood Oppositional Defiant Disorder Demedicalization of education Care |
| Sumario: | Partindo do campo de conhecimento da psicologia social e da educação, este artigo-ensaio tem como eixo central problematizar a proliferação de diagnósticos no campo das infâncias, principalmente o Transtorno Opositor Desafiador (TOD). Defendemos a necessidade de inventarmos outras formas de nos relacionarmos com crianças no pós-pandemia por COVID-19 e pensarmos em como estamos acolhendo suas oposições ao mundo que ofertamos as mesmas. Para tanto, pensamos nas infâncias dissidentes, infâncias negras, infâncias pobres; nos inspiramos em todas as crianças que precisam lidar com adultas/os que estão cansadas/os demais para entender as necessidades desta faixa etária. Compomos nosso texto a partir do diálogo com a obra literária De repente, nas profundezas do bosque de Amós Oz, aliançando nossa escrita com as discussões que apostam na desmedicalização das infâncias e da educação, em busca de um projeto de mundo mais amoroso e brincante. |
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