Visualidades queer: a ficcionalização das identidades na fotografia e no cinema

Este artigo discute a produção das identidades não normativas de gênero no campo da cultura visual. O ponto de vista metodológico adotado é aquele dos estudos de cultura visual, de modo que se parte de autorretratos pioneiros da década de 1920, colocando em diálogo as imagens fotográficas das artist...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Bracchi, Daniela Nery, Paiva, André Luiz dos Santos
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2025
País:Brasil
Institución:Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP)
Repositorio:Cadernos Pagu (Online)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.periodicos.sbu.unicamp.br:article/8681047
Acceso en línea:https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/cadpagu/article/view/8681047
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Cultura visual
Fotografia queer
Cinema queer
Paródia
Máscaras
Descripción
Sumario:Este artigo discute a produção das identidades não normativas de gênero no campo da cultura visual. O ponto de vista metodológico adotado é aquele dos estudos de cultura visual, de modo que se parte de autorretratos pioneiros da década de 1920, colocando em diálogo as imagens fotográficas das artistas Claude Cahun e Marcel Duchamp com as obras cinematográficas queer Pink Flamingos; Priscilla, a rainha do deserto; e A garota dinamarquesa. Essas obras recorrem à ficcionalização e à ambivalência das identidades, estratégias que produzem questionamentos e subversões com relação às normatividades sociais. Afirma-se, por fim, que a fotografia e o cinema queer caracterizam-se como campos de resistência na cultura visual, constituindo-se como obras que desestabilizam saberes e práticas sociais.