O lugar (do) errado: discriminações contra lésbicas, gays e mulheres bissexuais no ensino médico
Este artigo objetiva analisar a experiência de estudantes de Medicina que se identificam como lésbicas, gays e bissexuais dentro da corporação profissional da saúde de maior prestígio social na sociedade brasileira contemporânea, a Medicina. As categorias encontradas apontam que o curso de graduação...
| Autores: | , |
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| Tipo de documento: | artigo |
| Estado: | Versão publicada |
| Data de publicação: | 2022 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositório: | Saúde e Sociedade (Online) |
| Idioma: | inglês português |
| OAI Identifier: | oai:revistas.usp.br:article/203967 |
| Acesso em linha: | https://revistas.usp.br/sausoc/article/view/203967 |
| Access Level: | Acceso aberto |
| Palavra-chave: | Sexual minorities Sexual diversity Medicine Higher education Minorias sexuais Diversidade sexual Medicina Ensino superior |
| Resumo: | Este artigo objetiva analisar a experiência de estudantes de Medicina que se identificam como lésbicas, gays e bissexuais dentro da corporação profissional da saúde de maior prestígio social na sociedade brasileira contemporânea, a Medicina. As categorias encontradas apontam que o curso de graduação apresenta um currículo oculto que opera na lógica dos excessos, com um ideário médico conservador, masculinista e heteronormativo. Pessoas da comunidade LGBTI+ são invisibilizadas, tanto em termos curriculares como nas relações sociais, em um processo de vigilância excessiva e constante dos estudantes para a adequação a um modelo que privilegia o homem heterossexual, enquanto os demais são considerados abjetos. |
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