Novas perspectivas nas psicoterapias em gays e lésbicas
INTRODUÇÃO: O estigma que gays e lésbicas sofrem configura uma questão de saúde pública. Frequentemente, a procura de psicoterapia por esses pacientes é motivada por fatores relacionados a dificuldades de relacionamento com o meio. Dessa forma, a psicoterapia é uma ferramenta valiosa para mitigar os...
| Autores: | , , , |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2022 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFRGS |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:www.lume.ufrgs.br:10183/259242 |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/10183/259242 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Minorias sexuais e de gênero Psicoterapia COVID-19 Sexual and gender minorities Psychotherapy Minorías sexuales y de género |
| Sumario: | INTRODUÇÃO: O estigma que gays e lésbicas sofrem configura uma questão de saúde pública. Frequentemente, a procura de psicoterapia por esses pacientes é motivada por fatores relacionados a dificuldades de relacionamento com o meio. Dessa forma, a psicoterapia é uma ferramenta valiosa para mitigar os efeitos deletérios do estresse de minorias e dos novos impactos psicossociais advindos da pandemia. MÉTODO: Foi realizada uma revisão narrativa da literatura indexada em bases de dados utilizando palavras-chaves obtidas a partir de vocabulários controlados e sinônimos. A amostragem foi por conveniência. RESULTADOS: Diferentes modelos de psicoterapias foram adaptados às necessidades das minorias sexuais, como protocolos baseados nas terapias interpessoal, psicodinâmica e cognitivo-comportamental. Os modelos atuais da identidade sexual incorporam conceitos como homonegatividade internalizada e estresse de minorias, com conflitos que podem ser descritos em estágios passíveis de intervenções psicoterápicas específicas. Adicionalmente, a pandemia de COVID-19 pareceu trazer à tona uma série de novos possíveis estressores para indivíduos pertencentes a minorias sexuais, como o isolamento social e o aumento no consumo de álcool. DISCUSSÃO: Diversos modelos de psicoterapia mostram resultados satisfatórios em gays e lésbicas. Os principais fatores relacionados ao êxito terapêutico são a adoção de uma postura não julgadora e em uma aliança terapêutica sólida. CONCLUSÃO: A psicoterapia apresenta-se como um tratamento de notável valor ao atenuar o possível sofrimento psíquico de gays e lésbicas, principalmente diante da intensificação do estresse de minorias durante a pandemia de COVID-19. |
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