Alfândega e fiscalidade:: grupos locais e o pagamento da dízima (1700 – 1750)
O objetivo deste artigo é abordar como estava constituído o cenário do Rio de Janeiro na primeira metade do século XVIII e as inflexões na economia da região a partir da descoberta das minas. Na mesma época, a imposição da cobrança da dízima da Alfândega sobre todas as mercadorias que entravam no po...
| Autor: | |
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| Tipo de documento: | artigo |
| Estado: | Versão publicada |
| Data de publicação: | 2018 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade Estadual Paulista (UNESP) |
| Repositório: | Faces da História |
| Idioma: | português |
| OAI Identifier: | oai:seer.assis.unesp.br:article/919 |
| Acesso em linha: | https://seer.assis.unesp.br/index.php/facesdahistoria/article/view/919 |
| Access Level: | Acceso aberto |
| Palavra-chave: | Rio de Janeiro, tributos, Alfândega. |
| Resumo: | O objetivo deste artigo é abordar como estava constituído o cenário do Rio de Janeiro na primeira metade do século XVIII e as inflexões na economia da região a partir da descoberta das minas. Na mesma época, a imposição da cobrança da dízima da Alfândega sobre todas as mercadorias que entravam no porto, inclusive as do Reino e das Ilhas, causou uma série de descontentamentos, não só entre os homens de negócio que operavam na América com o comércio colonial, mas também entre os senhores de engenho, que se viram obrigados a passar a pagar esse novo tributo das mercadorias oriundas de regiões que antes se encontravam isentas. |
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