Homens de nação e de negócios: redes comerciais no mundo ibérico (1580-1640)
Nesta tese estudamos as redes de comércio compostas pelos cristãos novos portugueses em um período particular da Época Moderna: durante a União Ibérica (1580-1640). Na primeira parte do trabalho conectamos as redes de comércio com duas problemáticas: a da identidade cristã nova e a da relação ente c...
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| Tipo de recurso: | tesis doctoral |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2015 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:teses.usp.br:tde-12062015-111953 |
| Acceso en línea: | http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8137/tde-12062015-111953/ |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Businessmen Capitalismo comercial Commercial capitalism Cristãos novos Homens de negócio Inquisição Inquisition New Christians Redes comerciais Trade networks |
| Sumario: | Nesta tese estudamos as redes de comércio compostas pelos cristãos novos portugueses em um período particular da Época Moderna: durante a União Ibérica (1580-1640). Na primeira parte do trabalho conectamos as redes de comércio com duas problemáticas: a da identidade cristã nova e a da relação ente cristãos novos, Inquisição e Coroa espanhola. Nesse sentido, salientamos as estratégias dos homens de negócios e cristãos novos portugueses frente às tensões geradas pela perseguição inquisitorial e os estatutos de limpeza de sangue. Na segunda parte do trabalho estudamos um caso exemplar das conexões e tensões mencionadas acima: a história da rede familiar de António Fernandes dElvas, homem de negócio e cristãos novo português, mercador e traficante de escravos, que atuava no Mundo Ibérico, em especial no comércio ultramarino. Nesta tese consideramos que havia uma relação de reciprocidade entre a identidade cristã nova influenciava na organização dos cristãos novos em redes de comércio e essas, por sua vez, que reforçavam a identidade. |
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