A IDEOLOGIA DA DEMOCRACIA RACIAL EM CASA-GRANDE & SENZALA
Este estudo propõe-se investigar como a ideologia da democracia racial, na obra Casa-Grande & Senzala, foi construída pautada em categorias como hibridismo, integração, miscigenação, linguagem e formação social. Para isso, foi preciso recorrer a um referencial teórico-metodológico fundamenta...
| Autores: | , |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2021 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB) |
| Repositorio: | Revista Binacional Brasil-Argentina |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:periodicos.periodicos2.uesb.br:article/9702 |
| Acceso en línea: | https://periodicos2.uesb.br/index.php/rbba/article/view/9702 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Ideologia Democracia Racial Linguagem Racismo Ideology Racial Democracy Language Racism Ideología Democracia racial Idioma |
| Sumario: | Este estudo propõe-se investigar como a ideologia da democracia racial, na obra Casa-Grande & Senzala, foi construída pautada em categorias como hibridismo, integração, miscigenação, linguagem e formação social. Para isso, foi preciso recorrer a um referencial teórico-metodológico fundamentado, dentre outros, em Florestan Fernandes (2007), Caio Prado Júnior (2011), Carlos Guilherme Mota (1978), Carboni & Maestri (2003), Gramsci (1999) e Dumont (1974). Trata-se, portanto, de um estudo sustentado numa dialética que tenta investigar a centralidade do culturalismo regionalista freyriano e a sua sociologia da vida social; uma fenomenologia dos sentimentos cotidianos. Podemos concluir, parcialmente, que Freyre procura sustentar uma narrativa cujo foco é uma democracia racial calcada num jogo de equilíbrio entre sujeitos em situações opostas, - senhor e escravizado -, que reduz a “diversidade” étnico-racial à unidade, elaborando uma linguagem comum em que as diferenças são um estado subjetivo e objetivo aberto e conciliável. |
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