Validação de protocolo de imunocastração em suínos: desempenho animal e qualidade de carne
Foram avaliados quatro protocolos da vacina Valora® (Ceva) para verificar a eficiência da vacina e diferenças na resposta produtiva, características de carcaça e qualidade da carne de suínos imunocastrados em relação aos castrados cirurgicamente. O total de 60 suínos machos, híbridos, alojados em ba...
| Autor: | |
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| Formato: | tesis doctoral |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2018 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade Estadual Paulista (UNESP) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UNESP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.unesp.br:11449/153845 |
| Acesso em linha: | http://hdl.handle.net/11449/153845 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | odor sexual androstenona escatol esteroides castração androstenone castration sexual odor steroids |
| Resumo: | Foram avaliados quatro protocolos da vacina Valora® (Ceva) para verificar a eficiência da vacina e diferenças na resposta produtiva, características de carcaça e qualidade da carne de suínos imunocastrados em relação aos castrados cirurgicamente. O total de 60 suínos machos, híbridos, alojados em baias individuais, foi dividido em cinco grupos (n = 12): animais castrados cirurgicamente (CC), vacinados com 8 e 19 semanas (V1); vacinados com 8 e 21 semanas (V2); vacinados com 8 e 23 semanas (V3) e vacinados com 8 e 24 semanas (V4) com delineamento experimental inteiramente casualizado. Os parâmetros peso, consumo de ração, conversão alimentar e rendimento de carcaça foram avaliados e, na véspera do abate, foram colhidas amostras de 4mL de sangue para mensurar a concentração sérica de LH e testosterona. No frigorífico foram avaliados peso e dimensões dos testículos. Após o resfriamento das carcaças, foram colhidas amostras do Musculus longissimus thoracis para as análises de qualidade da carne, incluindo a sensorial, e da gordura perianal para mensurar a concentração de escatol e androstenona. Nas condições do estudo, não foram detectadas diferenças entre os suínos castrados e imunocastrados, nem entre os protocolos de imunocastração para os parâmetros produtivos. Também não foi detectada diferença entre os tratamentos para o odor sexual e qualidade final da carne. Dessa forma, os protocolos de imunocastração determinaram resultados semelhantes à castração no desempenho, características de carcaça e qualidade da carne. A vacina foi eficiente no controle do odor sexual independentemente do protocolo utilizado. |
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