Girls in the house: práticas semióticas e machinima no fazer narrativo

O presente estudo compreende um texto sincrético e híbrido de uma narrativa audiovisual seriada criada em plataforma de jogo digital, intitulada Girls in the House. Buscamos observar a construção de sentido desse córpus, desde a criação da narrativa pelo processo da machinima até a sua circulação in...

Full description

Bibliographic Details
Author: Barbosa, Jéssica de Amorim [UNESP]
Format: doctoral thesis
Status:Published version
Publication Date:2023
Country:Brasil
Institution:Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Repository:Repositório Institucional da UNESP
Language:Portuguese
OAI Identifier:oai:repositorio.unesp.br:11449/244327
Online Access:http://hdl.handle.net/11449/244327
Access Level:Open access
Keyword:Semiótica
Machinima
Narrativa
Audiovisual
Práticas
Semiotic
Practices
Narrative
Description
Summary:O presente estudo compreende um texto sincrético e híbrido de uma narrativa audiovisual seriada criada em plataforma de jogo digital, intitulada Girls in the House. Buscamos observar a construção de sentido desse córpus, desde a criação da narrativa pelo processo da machinima até a sua circulação inscrita em um objeto-suporte digital. Nosso trabalho investiga que efeitos de sentido o processo de interação produz e que estratégias discursivas configuram-se no percurso gerativo da expressão, proposto por Fontanille (2008, 2014), por meio dos níveis de pertinência semiótico. Para abordarmos essa questão teórica, partimos da conceituação da teoria, com foco nas práticas semióticas. Entendemos que a machinima é uma prática para construção textual e investigamos se a forma afeta o sentido do seu conteúdo e em quais aspectos isso acontece. Foi relevante retratar como se constituem os jogos digitais e as plataformas que constroem novos textos. Realizamos, também, um estudo sobre prática no curso da ação com a machinima como um processo de criação narrativa. Por fim, analisamos a prática textualizada por meio dos episódios da webserie e, por meio das recorrências, compreendemos gênero, intertextualidade e formas de vida. Atestamos machinima como uma prática semiótica e produtora de conteúdo audiovisual.