Desempenho e variáveis fisiológicas de ovinos santainês confinados em galpões com diferentes tipos de telhado no município de Parintins, AM.

A região Norte do Brasil é caracterizada pelas chuvas intensas, com elevadas temperaturas e umidade relativa do ar ao longo do ano. Próximo ao abate, os ovinos são confinados para elevar seu desempenho produtivo. O objetivo do trabalho angariou-se em avaliar as variáveis ambientais, fisiológicas e o...

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Detalles Bibliográficos
Autor: LEITE, Jackson Rômulo de Sousa.
Tipo de recurso: tesis doctoral
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2021
País:Brasil
Institución:Universidade Federal de Campina Grande (UFCG)
Repositorio:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFCG
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:dspace.sti.ufcg.edu.br:riufcg/18517
Acceso en línea:https://dspace.sti.ufcg.edu.br/handle/riufcg/18517
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Adaptabilidade
Bioclimatologia animal
Estresse térmico
Estrés térmico
Adaptabilidad
Adaptability
Animal bioclimatology
Thermal stress
Engenharia Agrícola
Descripción
Sumario:A região Norte do Brasil é caracterizada pelas chuvas intensas, com elevadas temperaturas e umidade relativa do ar ao longo do ano. Próximo ao abate, os ovinos são confinados para elevar seu desempenho produtivo. O objetivo do trabalho angariou-se em avaliar as variáveis ambientais, fisiológicas e o comportamento ingestivo de ovinos Santa Inês, confinados em galpões com diferentes tipos de telhas no município de Parintins, estado do Amazonas, Brasil. Para isso, foram utilizados 20 ovinos da raça Santa Inês, machos castrados, idade média de 1,5 anos e peso vivo de 23±2,1 kg. Os animais foram alojados em dois galpões, um com telha de fibrocimento (FC) e outro com telha de policloreto de vinila (PVC). As variáveis ambientais das instalações e os parâmetros fisiológicos dos animais foram coletados às 6, 9, 12, 15 e 16 h. O comportamento ingestivo se deu no período de 24 h ininterruptas de forma visual, por observadores previamente treinados. O delineamento estatístico utilizado foi o fatorial 2x5 (2 telhados e 5 horários). Como resultado verifica-se que, as temperaturas diferiram estatisticamente (P<0,05) entre os telhados, sendo as temperaturas ambiente e da telha superiores no galpão com telha de PVC, o que contribuiu para o aumento na frequência respiratória dos animais nos horários das 9, 12 e 15 h. Os animais instalados no galpão com telha FC apresentaram melhor ganho de peso, passaram mais tempo se alimentando, consumiram mais matéria seca da ração e ingeriram menos água.