A flor e a palavra: sobre a linguagem da natureza em Hölderlin e Heidegger
O artigo defende a hipótese de uma linguagem da natureza a partir da interpretação ontológica da poesia de Hölderlin, contrária à interpretação estética feita por Benjamin e acolhida por Adorno. A exegese heideggeriana da φύσις grega, que ele compara à de Hölderlin, será o fio condutor para diferenc...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2022 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Cadernos de Filosofia Alemã (Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:revistas.usp.br:article/198108 |
| Acceso en línea: | https://revistas.usp.br/filosofiaalema/article/view/198108 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Natureza Linguagem Heidegger Hölderlin Nature Language |
| Sumario: | O artigo defende a hipótese de uma linguagem da natureza a partir da interpretação ontológica da poesia de Hölderlin, contrária à interpretação estética feita por Benjamin e acolhida por Adorno. A exegese heideggeriana da φύσις grega, que ele compara à de Hölderlin, será o fio condutor para diferenciar a leitura ontológica da leitura estética e para defender a possibilidade de a natureza falar ao coração do poeta de modo pré-discursivo. O artigo termina com a análise do poema místico de Angelus Silesius, cujo objetivo é reafirmar tal hipótese e não defender uma mística em Heidegger e nem em Hölderlin. |
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