Adipocinas e sua relação com a obesidade

A obesidade comumente é associada com outras doenças como: hipertensão arterial, diabetes mellitus tipo II, cardiovasculares e inflamação crônica. Estudos demonstram o tecido adiposo (TA) como um órgão endócrino capaz de influenciar a homeostase energética e hemodinâmica, além de ter papel important...

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Detalhes bibliográficos
Autores: da Silva, Nágila Isleide, Sobrinho, Hermínio Maurício da Rocha, Blanch, Graziela Torres, Cruvinel, Wilson Melo, Gomes, Clayson Moura
Formato: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2019
País:Brasil
Recursos:Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC-GO)
Repositorio:Estudos (Goiânia. Online)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs2.seer.pucgoias.edu.br:article/7179
Acesso em linha:https://seer.pucgoias.edu.br/index.php/estudos/article/view/7179
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Adipocinas
Leptina
Adiponectina
Resistina
Obesidade
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Descrição
Resumo:A obesidade comumente é associada com outras doenças como: hipertensão arterial, diabetes mellitus tipo II, cardiovasculares e inflamação crônica. Estudos demonstram o tecido adiposo (TA) como um órgão endócrino capaz de influenciar a homeostase energética e hemodinâmica, além de ter papel importante na resposta inflamatória. O termo adipocina é utilizado para nomear peptídeos bioativos sintetizados e secretados por adipócitos. O interesse em estudar essas proteínas teve início com a descoberta da leptina e suas diversas funções, hoje já sabemos que o TA secreta outros hormônios, proteínas de fase aguda, quimiocinas, fatores hemostáticos e hemodinâmicos e fatores de crescimento. Este trabalho teve por objetivo estudar os principais grupos de adipocinas visando uma maior compreensão de seus mecanismos de ação, das finalidades e influências no desenvolvimento da obesidade e estado de inflamação crônica. Foi observado que essas adipocinas em desequilíbrio promovem impacto em diversas funções corporais, alterando a ingesta alimentar, sensibilidade à insulina, resposta imune, angiogênese, pressão arterial, metabolismo lipídico e balanço energético. Dessa maneira se faz necessária uma compreensão dos efeitos do tratamento como atividade física, nutrição, aspecto psicológico e clínica sobre o controle hormonal e de citocinas, a fim de se desenvolver terapias mais eficazes, diminuindo as complicações da obesidade.