Modulação das Adipocinas em Atletas de diferentes modalidades esportivas
O tecido adiposo possui uma variedade de funções, sendo capaz de armazenar energia, e mais recentemente reconhecido por secretar substâncias hormonais que sinalizam o metabolismo e a inflamação, denominados de adipocinas. Assim, o objetivo do presente estudo foi fazer um levantamento bibliográfico s...
| Autores: | , |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2009 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Católica de Brasília (UCB) |
| Repositorio: | Revista Brasileira de Ciência e Movimento (Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs.portalrevistas.ucb.br:article/870 |
| Acceso en línea: | https://portalrevistas.ucb.br/index.php/rbcm/article/view/870 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | leptina adiponectina grelina resistina atletas metabolismo. |
| Sumario: | O tecido adiposo possui uma variedade de funções, sendo capaz de armazenar energia, e mais recentemente reconhecido por secretar substâncias hormonais que sinalizam o metabolismo e a inflamação, denominados de adipocinas. Assim, o objetivo do presente estudo foi fazer um levantamento bibliográfico sobre o comportamento das adipocinas em atletas de várias modalidades com foco na leptina, adiponectina, grelina e resistina. Para tanto utilizou-se o banco de dados Highwire e PubMed. Os termos empregados na busca foram: adipocytokines, athletes, leptin, adiponectin, resistin, exercise training. Foram incluídos tanto artigos de revisão assim como artigos originais. A maioria dos estudos vem investigando as respostas das adipocinas em indivíduos com alguma patologia como obesidade e diabetes, tendo assim poucos estudos relacionando atletas e adipocinas. Atletas são submetidos a altos regimes de treinamento físico, promovendo ajustes favoráveis a reduzida gordura corporal. No entanto, a especificidade do esporte nos quais os atletas estão engajados influencia na distribuição e níveis de tecido adiposo. O treinamento físico é capaz de modular as adipocinas, dependendo ainda de uma série de fatores extrínsecos como o tipo de exercício, quantidade de estresse, faixa etária, alimentação. Os estudos mostram resultados conflitantes e parte dessa diferença é atribuída à adaptação dos atletas ao treinamento, alterações no balanço energético, alterações do tecido adiposo, sistema imune e da insulina. Por outro lado os mecanismos envolvidos não se encontram totalmente claros, necessitando de mais estudos com atletas de várias modalidades e diferentes tipos de treinamento, com a preocupação ainda de controlar variáveis importantes. |
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