A RESPONSABILIDADE CIVIL DO ESTADO PELA MOROSIDADE NA EFETIVA PRESTAÇÃO DA TUTELA JURISDICIONAL

Na contemporaneidade, a busca por solução de conflitos sociais tem exigido dos poderes constituídos mais atenção para a estruturação do poder judiciário. A necessidade de celeridade processual é incessante, pautada na dignidade da pessoa e nos princípios universais de direitos humanos. A jurisdição...

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Detalhes bibliográficos
Autores: Freitas, Isa Omena Machado de, Santos, Rosemary Ferreira
Formato: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2016
País:Brasil
Recursos:Escola Superior da Magistratura Tocantinense (ESMAT)
Repositorio:Revista Esmat
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.esmat.tjto.jus.br:article/116
Acesso em linha:http://esmat.tjto.jus.br/publicacoes/index.php/revista_esmat/article/view/116
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Morosidade. Responsabilidade civil. Direitos fundamentais. Celeridade processual. Omissão específica.
Descrição
Resumo:Na contemporaneidade, a busca por solução de conflitos sociais tem exigido dos poderes constituídos mais atenção para a estruturação do poder judiciário. A necessidade de celeridade processual é incessante, pautada na dignidade da pessoa e nos princípios universais de direitos humanos. A jurisdição célere é uma das formas de efetivar o acesso à justiça, e a demanda, ao ser levada ao Estado-Juiz, passa a delegar incumbência a este de dizer o direito com a maior brevidade, sob pena de causar danos aos jurisdicionados, pois a celeridade processual também é um direito fundamental, que exige do poder judiciário a sua efetividade de forma célere e eficiente.