Mercado de tendências e futuros: linhas do tempo performativas

Este projeto investiga como as empresas que atuam no mercado brasileiro de tendências e futuros produzem performatividade a partir das imagens de futuros, representações de mercado e imaginários sociotécnicos que elaboram e difundem, entendido aqui como enunciados de futuros. Partindo de uma análise...

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Detalles Bibliográficos
Autor: Trieweiler, Kim Kevin Ludvig
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2025
País:Brasil
Institución:Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS)
Repositorio:Repositório Institucional da UNISINOS (RBDU Repositório Digital da Biblioteca da Unisinos)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:www.repositorio.jesuita.org.br:UNISINOS/13661
Acceso en línea:http://repositorio.jesuita.org.br/handle/UNISINOS/13661
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:ACCNPQ::Ciências Sociais Aplicadas::Administração
Performatividade
Estudos de futuros
Imagens de futuros
Imaginário sociotécnico
Representações de mercado
Market studies
Performativity
Futures studies
Image of the future
Sociotechnical imaginary
Market representations
Descripción
Sumario:Este projeto investiga como as empresas que atuam no mercado brasileiro de tendências e futuros produzem performatividade a partir das imagens de futuros, representações de mercado e imaginários sociotécnicos que elaboram e difundem, entendido aqui como enunciados de futuros. Partindo de uma análise histórica do campo dos Estudos de Futuros e do conceito de performatividade dos mercados, a pesquisa adota uma abordagem qualitativa e interpretativista utilizando um estudo de caso múltiplo para compreender como essas empresas contribuem na produção da performatividade do seu mercado. O estudo contribui para o avanço dos estudos de mercado e Estudos de Futuros, revelando três processos centrais na produção da performatividade dessas empresas. Primeiro a hibridização e polinização cruzada, evidenciada na circulação de conceitos, métodos e referências entre mercado e academia, resultando em práticas que transitam por diferentes campos do saber; a inscrição de enunciados de futuros em práticas, dispositivos e discursos, por meio da materialização desses conhecimentos que passam a mediar a atuação das próprias empresas assim como dos clientes no mercado; e, por fim, a estabilização do futuro imprevisível, quando os enunciados de futuros produzidos são tratados como conhecimentos constatativos e não performativos, organizando passado, presente e futuro de forma estável, reduzindo a incerteza e orientando ações no presente.