HOSPITAL TOY AND LEISURE LIBRARY IN THE CITY OF SÃO PAULO:

O artigo discute a brinquedoteca hospitalar no hospital pediátrico como recurso para humanização da assistência à saúde da criança em regime de internação. O objetivo do estudo é a identificação da situação da brinquedoteca hospitalar na cidade de São Paulo a fim de verificar a presença das condiçõe...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Teixeira, Sirlândia Reis de Oliveira, Kishimoto, Tizuko Morchida
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2021
País:Brasil
Institución:Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB)
Repositorio:Revista de Estudos em Educação e Diversidade
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.pkp.sfu.ca:article/8074
Acceso en línea:https://periodicos2.uesb.br/reed/article/view/8074
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Brinquedoteca hospitalar.
Humanização.
Direito de brincar.
Formação profissional.
Ludoteca hospitalaria.
Humanización.
Derecho a jugar.
Formación profesional.
Hospital toy and leisure library.
Humanization.
Playing rights.
Professional qualification.
Descripción
Sumario:O artigo discute a brinquedoteca hospitalar no hospital pediátrico como recurso para humanização da assistência à saúde da criança em regime de internação. O objetivo do estudo é a identificação da situação da brinquedoteca hospitalar na cidade de São Paulo a fim de verificar a presença das condições entendidas como humanização hospitalar após a vigência da Lei n. 11.104/2005 que obriga a instalação desse equipamento. O procedimento metodológico é de natureza qualitativa, faz uso de questionário como recurso de coleta de dados junto a 11 profissionais escolhidos de acordo com o mapeamento das brinquedotecas hospitalares na cidade. Após análise dos resultados da investigação, verifica-se a necessidade de formação do profissional e de outras condições para que a brinquedoteca hospitalar seja reconhecida como parte inerente ao tratamento da criança. Observa-se que há brinquedoteca em nove dos 11 hospitais pediátricos da cidade de São Paulo que atendem criança em regime de internação, sendo que 55% delas representam a amostra desta pesquisa, entretanto, elas carecem de condições adequadas para atender às necessidades da infância. Os achados nesta pesquisa apontam a necessidade de ampliar o texto da Lei n. 11.104/2005 e fazer cumprir integralmente o direito ao brincar da criança no hospital.