Fatores genéticos predisponentes no transtorno bipolar: uma revisão integrativa/ Predisposing genetic factors in bipolar disorder: an integrative review

Objetivo: Discutir sobre a predisposição genética presente no transtorno bipolar, citar alelos, genes e regiões cromossômicas mais envolvidas, através de uma revisão integrativa. Métodos: Trata-se de uma pesquisa descritiva, com dados coletados e analisados no período de dezembro/2018 a janeiro/2019...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Miranda, Aryana Gomes, Filho, Edvaldo Pereira de Moura, Neto, Jose Fernandes, Silveira, Hyvinna Suellen de Oliveira, Nunes, Raissa Martins de Oliveira, Galvão, Fábio Freitas de Sousa Passos, Bessa, Juarez Lobo
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2020
País:Brasil
Institución:Instituto Superior de Educação Vera Cruz (VeraCruz)
Repositorio:Revista Veras
Idioma:inglés
OAI Identifier:oai:ojs2.ojs.brazilianjournals.com.br:article/21591
Acceso en línea:https://ojs.brazilianjournals.com.br/ojs/index.php/BRJD/article/view/21591
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Bipolaridade
Genética
Saúde mental
Cromossomo
Polimorfismo.
Descripción
Sumario:Objetivo: Discutir sobre a predisposição genética presente no transtorno bipolar, citar alelos, genes e regiões cromossômicas mais envolvidas, através de uma revisão integrativa. Métodos: Trata-se de uma pesquisa descritiva, com dados coletados e analisados no período de dezembro/2018 a janeiro/2019 na plataforma da Biblioteca Virtual em Saúde incluindo estudos originais disponíveis na íntegra, nos idiomas português, espanhol e inglês, publicados nos anos: 2007 a 2017, com palavras-chave “transtorno bipolar” e “predisposição genética”. Resultados: Diante disto foram identificados 192.779 artigos utilizando as palavras-chave de forma isolada. Fazendo uso dos critérios de inclusão restaram 512 artigos, posteriormente foi utilizada a estratégia PICO. Após filtros e estratégia PICO foram estudados de forma minuciosa 15 artigos científicos. Através dos dados, apresentados em quadro e gráfico, é possível predizer que há uma gama de fatores genéticos (polimorfismos, alelos, genes e regiões cromossômicas) que predispõem ao fenótipo do transtorno bipolar. Sendo que nos estudos analisados, houve a predominância dos genes ANK3, BDNF, TPH1/2, DAOA e CACNA1C.  Conclusão: Mais estudos são necessários para comprovar esses achados e levar à identificação de variantes funcionais. O tamanho da amostra continuará sendo um fator limitante na descoberta de alelos comuns associados ao transtorno bipolar.