O padrão de competição bipolar das eleições presidenciais no Brasil (1989-2018)
Para diversos analistas, a eleição presidencial de 2018 interrompeu o padrão de competição bipolar que estruturava a política brasileira da Nova República. O PSDB perdeu a sua condição de protagonista e o PT perdeu grande parte do seu apoio eleitoral. O partido vencedor, até então, era inexpressivo...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2021 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGS |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:www.lume.ufrgs.br:10183/233708 |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/10183/233708 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Eleições presidenciais Competição eleitoral Bipolaridade Ideologia partidária Presidential Elections Competition Bipolarity Party Ideology |
| Sumario: | Para diversos analistas, a eleição presidencial de 2018 interrompeu o padrão de competição bipolar que estruturava a política brasileira da Nova República. O PSDB perdeu a sua condição de protagonista e o PT perdeu grande parte do seu apoio eleitoral. O partido vencedor, até então, era inexpressivo e sem recursos, o seu candidato adotou um discurso radical de direita com elementos autoritários. A proposta deste estudo é examinar quais aspectos do padrão de competição até então vigentes foram alterados e quais persistiram. Para isso, a competição presidencial é analisada com uma abordagem sistêmica que avalia indicadores qualitativos e quantitativos de suas múltiplas dimensões. Os resultados mostram que o padrão de competição bipolar se manteve, numa estrutura multipartidária moderada, mas essa polarização se radicalizou à direita, devido à substituição do PSDB por um partido e uma candidatura de extrema-direita. |
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