Variação da pressão intraocular no exercí­cio supino realizado em diferentes posições

O objetivo do estudo foi verificar a variação da pressão intraocular (PIO) no exercí­cio de supino realizado nas posições reto, inclinado e declinado. Foram avaliados oito indiví­duos saudáveis, submetidos a três sessões do exercí­cio resistido de supino, com volume e intensidade de 3 séries de 15 r...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Garramona, Fabrí­cio Teixeira, Storti, Lucas Ruiz, Soares, Alex Sander, Tamura, Sidney Diyoo, Domingues, Sérgio Paulo de Tarso, Paschoini, Jefferson Tavares, Conte, Marcelo
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2019
País:Brasil
Institución:Instituto Brasileiro de Ensino e Pesquisa em Fisiologia do Exercício (IBPEFEX)
Repositorio:Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.www.rbpfex.com.br:article/1591
Acceso en línea:https://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/1591
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Intraocular pressure / Physiology
Exercise
Resistence training
Posture
Presión intraocular/ fisiologia
Ejercicio
Entrenamiento de resistencia
Postura
Pressione intraoculare/ fisiologia/
Esercizio
Allenamento di resistenza
Pressão intraocular/fisiologia
Exercício
Treinamento de resistência
Pressão intraocular/ fisiologia
Descripción
Sumario:O objetivo do estudo foi verificar a variação da pressão intraocular (PIO) no exercí­cio de supino realizado nas posições reto, inclinado e declinado. Foram avaliados oito indiví­duos saudáveis, submetidos a três sessões do exercí­cio resistido de supino, com volume e intensidade de 3 séries de 15 repetições com 60% 1RM, intervalo de 60 segundos entre as séries e velocidade moderada, de acordo com as seguintes posições: P1) Supino executado na posição reta (0º); P2) Supino executado na posição inclinada (45º) e P3) Supino executado na posição declinada (-30º). As mensurações da PIO foram realizadas utilizando o Tonômetro de Perkins em três momentos distintos, sendo: M1) imediatamente antes do exercí­cio; M2) imediatamente após a terceira série e M3) três minutos após a finalização da terceira série. A análise estatística foi realizada pelo Teste de normalidade de Shapiro-Wilk, e utilizado ANOVA com pós-teste de Bonferroni adotando-se um ní­vel de significância 5%. O software utilizado foi o GraphPad Prisma®. Os resultados demonstraram o efeito hipotensor do exercí­cio fí­sico na PIO, foi observada uma redução significativa da PIO após o exercí­cio no supino independentemente da posição corporal adotada, tendo apresentando uma redução média após a realização do exercí­cio de aproximadamente 3 a 4 mmHg ou 25%. Concluí­mos então que mesmo em posição potencialmente hipertensiva, o exercí­cio promoveu redução significativa da PIO. Pode-se atribuir a queda da PIO decorrente do exercí­cio resistido, a mecanismos relacionados a diminuição da produção do humor aquoso em contrapartida ao aumento do escoamento desse lí­quido pelo ângulo camerular.