Etnografia e ética nos estudos sobre a morte e o morrer
Neste artigo coletamos alguns estudos sobre a morte e o morrer que utilizam a etnografia como método central de análise para, posteriormente, mostrar como, na atualidade, a relação entre morte e etnografia é cada vez mais influenciada pela problemática da ética. Revisitamos inicialmente estudos do f...
| Autores: | , |
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| Formato: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2022 |
| País: | Argentina |
| Recursos: | Consejo Nacional de Investigaciones Científicas y Técnicas |
| Repositorio: | CONICET Digital (CONICET) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ri.conicet.gov.ar:11336/200287 |
| Acesso em linha: | http://hdl.handle.net/11336/200287 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | MORTE MORTOS MORRER ETNOGRAFIA https://purl.org/becyt/ford/6.5 https://purl.org/becyt/ford/6 |
| Resumo: | Neste artigo coletamos alguns estudos sobre a morte e o morrer que utilizam a etnografia como método central de análise para, posteriormente, mostrar como, na atualidade, a relação entre morte e etnografia é cada vez mais influenciada pela problemática da ética. Revisitamos inicialmente estudos do final do século XIX para, em seguida, analisar esses desdobramentos nos primeiros manuais disciplinares e nas etnografias sistemáticas que abordaram o problema, como forma de analisar outras esferas da vida cotidiana. Mostramos também os interesses centrais dos primeiros estudos inteiramente dedicados a esse eixo, bem como as obras que deram nome a essa corrente de pesquisa. As investigações das últimas décadas destacam a pesquisa como um acontecimento construído com os interlocutores e que aponta os perigos do extrativismo metodológico, embora exista ainda certo imaginário sobre a inocuidade da Etnografia. Segundo nosso ponto de vista, os estudos etnográficos sobre a morte não podem e não devem evitar as questões éticas que envolvem a pesquisa. |
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