Propriedade industrial e inovação aberta: eixos e elos de acesso entre exclusividade patentária e função social

O artigo examina a licença compulsória como instrumento jurídico de compatibilização entre a proteção patentária e o acesso a tecnologias de relevância social. O problema investigado consiste em estabelecer parâmetros normativos que resguardem a remuneração do titular e assegurem a difusão tempestiv...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Bruna Guesso Scarmagnan, Pavelski
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2025
País:Uruguay
Institución:Universidad de la República
Repositorio:COLIBRI
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:colibri.udelar.edu.uy:20.500.12008/54052
Acceso en línea:https://hdl.handle.net/20.500.12008/54052
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Acesso a tecnologias
Função social
Licença compulsória
Licença não exclusiva
Propriedade intelectual
Patentes
TRIPS
Acceso a tecnologías
Función social
Licencia obligatoria
Licencia no exclusiva
Propiedad intelectual
ADPIC (TRIPS
Access to technologies
Social function
Compulsory license
Nonexclusive license
Intellectual property
Patents
TECNOLOGÍA AVANZADALEGISLACIÓN
LEGISLACIÓN
PATENTES DE INVENCIÓN
PROPIEDAD INDUSTRIAL
SEGURIDAD JURÍDICA
Descripción
Sumario:O artigo examina a licença compulsória como instrumento jurídico de compatibilização entre a proteção patentária e o acesso a tecnologias de relevância social. O problema investigado consiste em estabelecer parâmetros normativos que resguardem a remuneração do titular e assegurem a difusão tempestiva de inovações em cenários de interesse público. Justificase o estudo pela importância de definir mecanismos hábeis que mantenham a atratividade econômica da pesquisa e do desenvolvimento, ao mesmo tempo em que viabilizem a finalidade pública das patentes. A hipótese central sustenta que a adoção de remuneração, prazos vinculantes e integração a mecanismos cooperativos de transferência tecnológica materializa a segurança jurídica e amortiza conflitos. Utilizase abordagem jurídicodogmática e comparada, com análise do artigo 68 da Lei n. 9.279 de 1996, dos artigos 31 e 31bis do TRIPS, de iniciativas da União Europeia e cases de Israel e Canadá, bem como de exemplos nos setores farmacêutico, de telecomunicações e de software livre. Concluise que a implementação coordenada da licença compulsória, associada a mecanismos complementares, fomenta previsibilidade regulatória e impulsiona o acesso a tecnologias de interesse coletivo