LOGÍSTICA REVERSA DE MEDICAMENTOS EM DESUSO: AVALIAÇÃO DA SITUAÇÃO DA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO BELÉM, NA REGIÃO SUL DO BRASIL

No Brasil, a logística reversa de medicamentos em desuso ainda não está estabelecida por lei em nível federal. Mas vários estados e municípios já possuem leis específicas que a regulam, como é o caso do Paraná e da cidade de Curitiba. O estado do Paraná foi um dos pioneiros na logística reversa para...

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Detalhes bibliográficos
Autores: Barcellos, Demian da Silveira, Gamarra Junior, Javier Salvador, Accioly, Nicole Santos, Bollmann, Harry Alberto
Tipo de documento: artigo
Estado:Versão publicada
Data de publicação:2020
País:México
Recursos:UNIVERSIDAD NACIONAL AUTÓNOMA DE MÉXICO
Repositório:Revista AIDIS de Ingeniería y Ciencias Ambientales: investigación, desarrollo y práctica
Idioma:espanhol
OAI Identifier:oai:ojs.pkp.sfu.ca:article/68333
Acesso em linha:https://revistas.unam.mx/index.php/aidis/article/view/68333
Access Level:Acceso aberto
Palavra-chave:logística reversa de medicamentos em desuso
gestão de produtos farmacéuticos
Bacia do rio Belém
Descrição
Resumo:No Brasil, a logística reversa de medicamentos em desuso ainda não está estabelecida por lei em nível federal. Mas vários estados e municípios já possuem leis específicas que a regulam, como é o caso do Paraná e da cidade de Curitiba. O estado do Paraná foi um dos pioneiros na logística reversa para o setor no Brasil e é um dos estados mais avançados na questão. O principal objetivo desta pesquisa foi avaliar o percentual de farmácias na bacia do rio Belém, principal rio de Curitiba a capital do estado do Paraná, que estão coletando medicamentos em desuso e se esses sistemas estão cumprindo as leis municipais e estaduais. Para atingir o objetivo proposto, foi realizada uma amostragem aleatória nas farmácias da bacia, coletando informações por meio de entrevistas. Os resultados indicaram que apenas 24% das farmácias na bacia estão coletando medicamentos em desuso. E que todas as farmácias visitadas, com sistemas de coleta de fármacos, estão em desacordo com as leis. Porque ainda não há acordo setorial e essas iniciativas ainda são esforços próprios das redes de farmácias ou farmácias.