Qualidade de vida, quedas e mobilidade de idosos portugueses, durante a pandemia COVID 19
Introdução: O confinamento imposto pela pandemia COVID-19 resultou na alteração da vida dos idosos, o que poderá ter afetado a sua qualidade de vida e saúde. Objetivo: Descrever a qualidade de vida relacionada com a saúde e verificar a sua associação com a ocorrência de quedas e a mobilidade funcion...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Fecha de publicación: | 2024 |
| País: | España |
| Institución: | Universidad de Huelva (UHU) |
| Repositorio: | Arias Montano. Repositorio Institucional de la Universidad de Huelva |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ariasmontano.uhu.es:10272/25636 |
| Acceso en línea: | https://hdl.handle.net/10272/25636 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | SF-36 Quedas Mobilidade TUG Envelhecimento saudável Fall Healthy aging Caídas Movilidad Envejecimiento saludable 2402.15 Envejecimiento Somático 3212 Salud Publica |
| Sumario: | Introdução: O confinamento imposto pela pandemia COVID-19 resultou na alteração da vida dos idosos, o que poderá ter afetado a sua qualidade de vida e saúde. Objetivo: Descrever a qualidade de vida relacionada com a saúde e verificar a sua associação com a ocorrência de quedas e a mobilidade funcional de idosos portugueses, durante a pandemia COVID-19. Método: Estudo transversal descritivo. Participaram 182 idosos, com idade > 65 anos (85.7% do sexo feminino; idade 72.7 ± 6.7 anos), do Baixo Alentejo, Portugal. A qualidade de vida foi avaliada através do questionário SF-36 e exploramos as relações entre os seus domínios e a ocorrência de quedas e a mobilidade funcional (Timed Up & Go). Resultados: Verificaram-se associações significativas entre a qualidade de vida com o género, ocorrência de quedas e a mobilidade. A análise das dimensões SF-36 revelou que uma perceção mais positiva da SM (73.1%) surge associada ao género feminino. Uma perceção de FF (73.1%), DC (53.3%), FS (74.7%), DE (45.1%) e SM (72.5%) mais positiva surge associada à não ocorrência de quedas e verificou-se que perceções mais positivas da FF (82.3%) e DE (53.2%) estão associadas a uma boa mobilidade. Conclusão: Verificou-se que uma melhor perceção da FF, FS, DE, SN e DC estão relacionadas com a não ocorrência de quedas. Uma boa perceção sobre a FF e DE relacionam-se com uma boa mobilidade. As conclusões deste estudo destacam a relação positiva entre a boa perceção de qualidade de vida, a não ocorrência de quedas e a boa mobilidade em idosos. |
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