Identidades femininas na rede: as crianças falam!
Nesse texto, apresentam-se a abordagem teórico-metodológica e alguns resultados da investigação realizada no doutorado em Comunicação, Brasil, que teve como objetivo analisar as apropriações e os sentidos produzidos por crianças acerca das identidades femininas no âmbito da recepção midiática. Parti...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2020 |
| País: | España |
| Institución: | Universidad de Sevilla (US) |
| Repositorio: | idUS. Depósito de Investigación de la Universidad de Sevilla |
| OAI Identifier: | oai:idus.us.es:11441/100279 |
| Acceso en línea: | https://hdl.handle.net/11441/100279 https://doi.org/10.12795/Ambitos.2020.i49.02 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Mídias Apropriações Crianças Identidades femininas Transmetodologia Media Appropriations Children Female identities Transmethodology |
| Sumario: | Nesse texto, apresentam-se a abordagem teórico-metodológica e alguns resultados da investigação realizada no doutorado em Comunicação, Brasil, que teve como objetivo analisar as apropriações e os sentidos produzidos por crianças acerca das identidades femininas no âmbito da recepção midiática. Partiu-se do pressuposto de que a mídia afeta a construção de subjetividades, intersetadas por modelos de identidades femininas hegemônicas em circulação na sociedade, conforme Queiroz (2013, 2019), Louro, Felipe e Goellner (2007), Xavier Filha (2011). Nesse sentido, aportou-se na investigação qualitativa e de campo na perspectiva de Winkin (1998), Minayo (2011), Lopes (2014), Guber (2004, 2011) e transmetodológica (Maldonado, 2013, 2015), que compreendem a realidade na sua multidimensionalidade e interdisciplinaridade, e reconhecem que os sujeitos da investigação estão ativamente imbricados em uma teia de relações que emergem de suas ações. Para a geração de dados, recorreu-se a diversas fontes, como o diário de campo, o questionário, o desenho, a produção de texto, a seleção de imagens na internet e as rodas de conversa. Participaram da investigação dezessete crianças, entre nove e treze anos de idade. Os resultados aqui apreciados correspondem às imagens de mulheres/pessoas selecionadas pelas crianças na internet, via Google e Google Imagens. Preponderaram nas suas escolhas gostos por mulheres/pessoas jovens, brancas, magras, ricas e famosas, em especial cantoras, apresentadoras de televisão e atrizes, nacionais e internacionais. Elas explicitaram ser essas pessoas bonitas, estilosas e de ‘boa aparência’. As conclusões indicaram fortes afetações das mídias no reforço de modelos hegemônicos em circulação na sociedade. |
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