O Ensino de Química e a formação continuada de professores no contexto brasileiro: contribuições, possibilidades e algumas questões para refletir

Neste artigo, descrevemos uma revisão de literatura sobre formação continuada no ensino de Química, com o objetivo entender como são desenvolvidas as formações continuadas de professores no Brasil, em específico no ensino de Química, nos últimos 39 anos. Bem como, identificar se essas formações segu...

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Detalles Bibliográficos
Autor: Vidrik, Elisandra Chastel Francischini
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2020
País:España
Institución:Universidad de Sevilla (US)
Repositorio:idUS. Depósito de Investigación de la Universidad de Sevilla
OAI Identifier:oai:idus.us.es:11441/100793
Acceso en línea:https://hdl.handle.net/11441/100793
https://doi.org/10.12795/IE.2020.i101.10
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Ensino de química
Formação continuada de professores
Reflexão da própria prática
Enseñanza química
Formación continua del profesorado
Reflexión de la propia práctica
Chemistry teaching
Ongoing teacher training
Reflection of own practice
Descripción
Sumario:Neste artigo, descrevemos uma revisão de literatura sobre formação continuada no ensino de Química, com o objetivo entender como são desenvolvidas as formações continuadas de professores no Brasil, em específico no ensino de Química, nos últimos 39 anos. Bem como, identificar se essas formações seguem os princípios defendidos neste artigo, de uma formação através da: reflexão – ação – investigação. Centramos nossa busca no Portal de periódicos da CAPES, onde encontramos 55 documentos a partir dos descritores “formação continuada” e “ensino de Química” destes, apenas 11 atendiam aos objetivos propostos: aplicação e investigação de curso de formação continuada. Através desta, emergiram 4 categorias a posteriori que caracterizam os tipos de formação continuada mais realizados no país: (1) Mudança nas concepções dos docentes sobre algum conceito específico, (2) Uso de ferramentas tecnológicas para contribuir com o processo de ensino aprendizagem, (3) Reflexão da própria prática docente, (4) Redução da insegurança dos professores em relação aos conteúdos químicos e pedagógicos. Como resultados, concluímos que os professores refletiram de uma maneira ou outra, mas defendemos um processo que se consolide na perspectiva do professor refletir, agir e investigar sobre sua própria prática pedagógica, com inclusão de referenciais que versem sobre o tema professor reflexivo.