Collants, correntes e batons

Este artigo visa contribuir para a compreensão da emergência das (sub)(pós)-subculturas em Portugal e no Brasil, concretamente das participantes do género feminino, analisando a territorialização do ethos igualitário e intervencionista do punk como estética e práxis reflexiva. Apesar da presença de...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Guerra, Paula, Gelain, Gabriela, Moreira, Tania
Tipo de recurso: artículo
Fecha de publicación:2017
País:España
Institución:Universitat Autònoma de Barcelona
Repositorio:Dipòsit Digital de Documents de la UAB
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ddd.uab.cat:182232
Acceso en línea:https://ddd.uab.cat/record/182232
https://dx.doi.org/urn:doi:10.1344/Lectora2017.23.2
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Género
Punk
Riot grrrl
Portugal
Brasil
Cenas musicais
Gender
Riot grrrrl
Brazil
Music scenes
Escenas musicales
Descripción
Sumario:Este artigo visa contribuir para a compreensão da emergência das (sub)(pós)-subculturas em Portugal e no Brasil, concretamente das participantes do género feminino, analisando a territorialização do ethos igualitário e intervencionista do punk como estética e práxis reflexiva. Apesar da presença de mulheres desde o início do punk e da pretensão de igualdade de género dos últimos anos, destacam-se a violência simbólica, a inviabilidade e a invisibilidade feminina. Esta questão foi/é sentida como um ultraje e exemplo da hegemonia masculina na cultura popular e juvenil. Partindo das fortes contradições do punk e das culturas juvenis, analisam-se narrativas de mulheres do punk português e brasileiro: dez mulheres que viveram o início do punk em Portugal (fins dos anos 1970 e inícios dos anos 1980) e dez mulheres que viveram e vivem o movimento riot grrrl no Brasil (1995-2016).