Vênus em fúria: uma análise das emoções na cena Riot Grrrl carioca
O presente trabalho visa apresentar, dentre as possibilidades de estudo sobre o movimento Riot Grrrl, a performance do sentimento de raiva na cena punk feminista carioca. O movimento Riot Grrrl surgiu durante os anos 90 nos Estados Unidos, em Olympia, e chegou ao Brasil na mesma década, idealizando...
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2024 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UERJ |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:www.bdtd.uerj.br:1/23670 |
| Acceso en línea: | http://www.bdtd.uerj.br/handle/1/23670 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Punk Música Emoções Subcultura Riot Grrrl Music Emotions Subculture OUTROS::CIENCIAS SOCIAIS |
| Sumario: | O presente trabalho visa apresentar, dentre as possibilidades de estudo sobre o movimento Riot Grrrl, a performance do sentimento de raiva na cena punk feminista carioca. O movimento Riot Grrrl surgiu durante os anos 90 nos Estados Unidos, em Olympia, e chegou ao Brasil na mesma década, idealizando a construção de um estilo independente e associando-se fortemente aos ideais do punk, como o “faça você mesmo”, além de criar punkzines. Surge, assim, a urgência de abordar temas sobre cenas musicais, punk e musicologia feminista atualmente, reforçando as mudanças na cena Riot Grrrl desde os anos 90. Com base em um recorte de duas bandas cariocas que se autointitulam Riot Grrrl e têm fortes influências no punk, pretende-se analisar, a partir dos estudos de Antropologia das Emoções, Gênero e Musicologia, os sentimentos expressos nas músicas punks dessas bandas, que, em sua maioria, manifestam o sentimento de raiva. A pesquisa é qualitativa, pois suas características possibilitam um envolvimento com o movimento Riot Grrrl e as bandas da cena carioca, permitindo a aquisição de informações mais aprofundadas e favorecendo a construção de uma etnografia da música. Além disso, são utilizadas técnicas de entrevistas semiestruturadas para analisar a ligação das integrantes das bandas com a cena Riot Grrrl e quais sentimentos são expressos nas composições. O trabalho de campo é de grande importância, pois a experiência da observação participante nos shows das respectivas bandas permite captar uma visão completa do universo punk feminista carioca. |
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