Possest

Com o termo possest esperamos alcançar aquele nome que, como os outros nomes divinos, conduzem à compreensão do princípio. Nesse caso, de modo mais específico, acreditamos que o possest indica, enquanto enigma, a trindade do princípio e mais ainda conduz aquele especula ao nexus que se mostra como e...

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Detalles Bibliográficos
Autor: Teixeira Neto, José
Tipo de recurso: artículo
Fecha de publicación:2014
País:España
Institución:Universitat Autònoma de Barcelona
Repositorio:Dipòsit Digital de Documents de la UAB
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ddd.uab.cat:128105
Acceso en línea:https://ddd.uab.cat/record/128105
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Nicolau, de Cusa
Possest
Unitrinidade
Nicholas of Cusa
Unitrinity
Descripción
Sumario:Com o termo possest esperamos alcançar aquele nome que, como os outros nomes divinos, conduzem à compreensão do princípio. Nesse caso, de modo mais específico, acreditamos que o possest indica, enquanto enigma, a trindade do princípio e mais ainda conduz aquele especula ao nexus que se mostra como elemento fundamental para a compreensão dessa mesma unitrinidade e, por isso mesmo, à ideia de que o princípio primeiro é em si mesmo relacional. Dentre todas as obras cusanas o termo "possest" aparecerá apenas em três textos do chamado "período tardio". As duas últimas aparições do termo em questão se dão no De apice theoriae (1464) provavelmente a última obra escrita por Nicolau de Cusa. Por sua vez, no De venatione sapientiae (1463) o possest será considerado o segundo campo, logo após o da douta ignorância e antes do non aliud, no qual se dá a caça da sabedoria. As temáticas retomadas no De venatione sapientiae foram profundamente abordadas no De possest (1460) que se constitui como um "diálogo a três" entre Nicolau de Cusa, Bernardo de Krayburg, chanceler do Arcebispo de Salzburgo, e João André Vigévio, secretário do Cardeal e depois bispo de Aleria.