A transsumptio e o uso de enigmas como "saída" para um discurso sobre o divino em De docta ignorantia (1440) de Nicolau de Cusa [The transsumptio and the use of puzzles as a "way out" for a discourse on divine in Nicholas of Cusa's De docta ignorantia (1440)]

Este artigo traz traços de uma importante discussão dentro do contexto da filosofia de Nicolau de Cusa, a saber, a discussão sobre o conceito de transsumptio e o uso de enigmas como uma saída para um discurso acerca do princípio primeiro, isto é, Deus. O objetivo é mostrar como esta perspectiva enig...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Souza, Klédson Tiago Alves de, Teixeira Neto, José
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2017
País:Brasil
Institución:Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN)
Repositorio:Princípios (Natal. Online)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:periodicos.ufrn.br:article/11109
Acceso en línea:https://periodicos.ufrn.br/principios/article/view/11109
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Transsumptio
Enigmas
Nicolau de Cusa [Transsumptio
Puzzles
Nicholas of Cusa]
Descripción
Sumario:Este artigo traz traços de uma importante discussão dentro do contexto da filosofia de Nicolau de Cusa, a saber, a discussão sobre o conceito de transsumptio e o uso de enigmas como uma saída para um discurso acerca do princípio primeiro, isto é, Deus. O objetivo é mostrar como esta perspectiva enigmática ou simbólica aparece na filosofia cusana, especialmente nas três obras que se propõe a discutir este trabalho: De docta ignorantia (1440), De visione dei (1453) e De non aliud (1462).[This article brings out traces of an important discussion in the context of the philosophy of Nicholas of Cusa, i.e. the discussion about the concept of transsumptio and the use of puzzles as a way out for a discourse on the first principle, that is, God. The objective is to show how this enigmatic or symbolic perspective appears in the Cusan philosophy especially in the three works that this work proposes to discuss: De docta ignorantia (1440), De visione dei (1453) and De non aliud (1462).]