Futebol, ativismo e resistência

Este artigo objetiva compreender de que maneira as torcidas antifascistas de futebol da cidade de São Paulo constroem discursivamente seu ativismo em suas páginas oficiais no Facebook e como essas construções discursivas produzem, reproduzem, contestam e/ou transformam significados que legitimam rel...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Lopes, Felipe Tavares Paes|||0000-0002-0213-7858, Íñiguez Rueda, Lupicinio|||0000-0002-1936-9428
Tipo de recurso: artículo
Fecha de publicación:2022
País:España
Institución:Universitat Autònoma de Barcelona
Repositorio:Dipòsit Digital de Documents de la UAB
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ddd.uab.cat:312886
Acceso en línea:https://ddd.uab.cat/record/312886
https://dx.doi.org/urn:doi:10.14198/dissoc.16.2.6
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Futebol
Ativismo
Resistência
Redes sociais
Torcidas antifascistas
Football
Activism
Resistance
Social networks
Antifascist football fans
Descripción
Sumario:Este artigo objetiva compreender de que maneira as torcidas antifascistas de futebol da cidade de São Paulo constroem discursivamente seu ativismo em suas páginas oficiais no Facebook e como essas construções discursivas produzem, reproduzem, contestam e/ou transformam significados que legitimam relações de dominação. A fim de alcançar esse objetivo, analisa 62 postagens dessas torcidas em suas páginas oficiais do Facebook. A partir dessa análise, indica que essas torcidas contestam a ideia de que a luta antifascista possa se dar dentro dos marcos da democracia liberal, caracterizando-a como uma luta antissistema. Também mostra que, a despeito de construírem seu ativismo como revolucionário, não propõem "revolucionar" o futebol e intervir na estrutura do próprio jogo.